Não espero ter muito

Não quero o que vai

Esnobo à segunda

No domingo,

Trabalho mais!

E às pessoas se esgotam

Sem um propósito para tais

Seu chão não às conforta

Suas almas vivem no cais

Na janela,

Um sol brilhante

No sofá,

O conforto de um lar

Que não vê mais sua família

Todos foram trabalhar!

Suas energias

Desperdiçadas a todo instante

Escrava de suas manias

O amor tornou-se maçante

O celular,

O único digno de teu semblante

E é claro

Todos querem mais!

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