Antologia Mascotes: Amor para vida toda

Gosta de animais de estimação? E de escrever?
Então, você não pode perder a nova antologia da The Books Editora organizada pela Raquel Machado e Simone Soares.

Traga seu animal preferido, conte a melhor história do seu amigo!

Informações básicas:
Data Limite Inscrição: 10/10/18
Número de páginas: Mínimo 8 Máximo 12
Taxa: R$200,00 (o autor receberá 5 livros)
Maiores informações podem ser vistas no edital:
https://www.thebookseditora.com.br/antologia-mascotes-amor-para-vida-toda/

Participe do grupo no face:
https://www.facebook.com/groups/224676608397702/

Para mais dúvidas: antologiamascotes@gmail.com.

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Carreira Literária promove Semana do Escritor

“Criada pela editora e publisher Flávia Iriarte, fundadora da Oito e meio, editora que há seis anos vem publicando e projetando novos autores brasileiros, a CARREIRA LITERÁRIA é uma comunidade on-line cujo objetivo principal é auxiliar escritores do Brasil inteiro em suas trajetórias rumo à publicação e projeção de seus livros no mercado.

Para fazer parte não há qualquer tipo de custo. É só se inscrever na comunidade e você passará a receber nossas dicas e materiais! Você ficará sabendo de chamadas para publicação e também de cursos, palestras e workshops sobre criação literária e sobre como publicar e projetar seus livros no mercado!” (Descrição do site)

Já aconteceram dois encontros e convido vocês a participarem do terceiro encontro, hoje às 20h. É gratuito, basta entrar no site e se inscrever para ficar sabendo de todas as novidades pelo seu e-mail.

http://carreiraliteraria.com/semana-do-escritor

Diálogos – Oficina Virtual de Escrita

Mais uma super aula do Henry!

Usei o trecho de um conto que escrevi a um tempo para exercitar três tipos de diálogos diferentes.

  • Diálogo direto

“Me desculpe!”, Disse Mariana enquanto chorava incessante.

De cabeça baixa, controlando a inevitável timidez, Fernanda falou:

“Você não precisa pedir desculpa por isso, mas eu sou apenas sua amiga. Se você quiser eu me afasto de você, pra que você não tenha que conviver comigo. Se precisar disso para me esquecer”.

“Eu não queria sentir isso. Não quero te perder. Eu te amo.”

“Você não pode alimentar o que sente por mim.”

“Meu amor vai muito além daquilo que pensa. Te amo como minha amiga, minha irmã, como sempre. Se algo mais floresceu, isso precisa passar”. Mariana replicou.

“Precisamos voltar!”, Fernanda queria evitar que a conversa se tornasse mais constrangedora.

“Eu precisava te contar”.

“Você fez a coisa certa!”. Falou abraçando sua amiga enquanto caminhavam até a porta da casa dela. A mão em seu ombro fazia pensar que ela sempre estaria ali e isso não podia ser tão ruim. Seu sentimento poderia estragar tudo, mas Mariana não gostaria de permitir.

  • Diálogo indireto

Mariana pediu desculpa enquanto chorava incessante.

De cabeça baixa, controlando a inevitável timidez, Fernanda disse que ela não precisava pedir aquelas desculpas. E que se for necessário, ela se afasta de seu convívio para que ela possa esquecer aquele sentimento. Mas ela falou que não queria perdê-la é que sentir isso não fazia parte de seus planos.

Fernanda dizia que aquele sentimento não podia ser alimentado. Mas Mariana, ela não falava só de atração ou paixão e esclareceu que seus sentimentos eram muito mais que isso, ela disse eu te amo, mas não somente como a mulher de sua vida e sim como amiga, irmã. A paixão é passageira.

Fernanda, constrangida com a situação, interrompeu a conversa, se apressando para voltar. Mariana se sentia tão mal que explicou mais uma vez que precisa contar. E sua amiga compreendeu e apesar de tudo, saiu de lá abraçando-a enquanto caminhavam até a porta de sua casa. A mão em seu ombro fazia pensar que ela sempre estaria ali e isso não podia ser tão ruim. Seu sentimento poderia estragar tudo, mas Mariana não gostaria de permitir.

  • Diálogo indireto livre

Me desculpe! Foi o que Mariana enquanto chorava incessante. De cabeça baixa, controlando a inevitável timidez, Fernanda disse você não precisa pedir desculpa por isso, mas eu sou apenas sua amiga. Se você quiser eu me afasto de você, pra que você não tenha que conviver comigo. Se precisar disso para me esquecer.

Claro que eu não quero isso, eu te amo e não quero te perder, foi a resposta de Mariana. Fernanda replicou que ela não pode alimentar o que sente. E ela disse que seu amor vai muito além daquilo que pensa. Te amo como minha amiga, minha irmã, como sempre. Se algo mais floresceu, isso precisa passar.

Precisamos voltar! Fernanda queria evitar que a conversa se tornasse mais constrangedora. Eu precisava te contar.

Você fez a coisa certa! Falou abraçando sua amiga enquanto caminhavam até a porta da casa dela. A mão em seu ombro fazia pensar que ela sempre estaria ali e isso não podia ser tão ruim. Seu sentimento poderia estragar tudo, mas Mariana não gostaria de permitir.

Descrições – Oficina Virtual de Escrita

Na terceira aula, aprendemos que boas descrições devem conter os cinco sentidos traduzidos em palavras.

Exercício 1: Descrição de uma imagem ou objeto

Foi o lugar mais lindo que já vi. Com os pés descalços eu podia sentir a areia fina e molhada afundar levemente os meus pés, ao mesmo tempo em que o vento fazia a areia seca voar em mim. Depois de mergulhar, a maresia já havia tomado todo o meu corpo, eu podia sentir aquele imenso mar em várias dimensões: o cheiro de mar em mim, os lábios salgados, o som das ondas que quebravam, caiam e se arrastavam até meus pés que, enterrados na areia, sentia cada grão. O melhor tranquilizante. Não conseguia parar de contemplar a imensidão daquele azul que acalmava meus pensamentos. Podia ver que os barcos se perdiam no horizonte e sabia que eram os amantes do mar se perdendo por entre as curvas de suas ondas, desaparecendo no lugar onde podiam se encontrar.

Exercício 2: Descrição de uma memória

Cigarro de menta

A música alta me deixava com dificuldade de ouvir aquela voz rouca. Ele era muito calado, de qualquer forma. Mas a imagem eu lembro bem: Seus cabelos castanhos eram lisos como o cetim dos vestidos das meninas, as roupas pretas contrastavam o ambiente colorido daquele carnaval. Eu precisava beijá-lo. E eu o beijei. Toquei seus cabelos e finalmente pude sentir aqueles lábios com sabor de cigarro mentolado e cerveja. Podia sentir a fumaça e o cheiro de bala de menta. E naquele dia eu, que nunca fumei, viciei no teu sabor.

Eu teimo em te derramar nos meus papéis

Os sentimentos que me causa, preenchem às páginas marcadas nos próximos capítulos escritos.

Preenchem de suor, ânimo, amor, tesão.

Mas também preenchem de medo, castigo, rancor e vingança.

Eu teimo com a caneta, descrevo seu rosto, imagino seu corpo, deslizo meus pensamentos pela página vazia.

Eu teimo com a caneta, mas ela só escreve sobre você. E não te derrama por completo, para que eu não possa te esquecer.

Meu peito aperta mais uma vez, uma lágrima desce e molha o papel. Eu não posso chorar. Eu não posso sofrer.

Não sei mais se escrevo ou se sinto. Eu descrevi o seu beijo. O gosto ainda estava em mim. O chiclete de menta, o cigarro, a breja.

Escrevo. Para a vontade passar. Eu leio. Relembro cada traço do seu olhar. Me torturo. Sinto novamente a vontade de seus beijos me matar.

Frases e Parágrafos – Oficina Virtual de Escrita

Texto longo:

Enquanto ela se mexia para o lado, naquela preguiça de levantar, ele aparecia na porta, com uma bandeja de café da manhã, ainda na madrugada. Sentou-se na cama e a beijou os lábios lentamente. Era hora de levantar e celebrar a vida. Vestiam-se para um passeio, em frente à casa que estavam hospedados, a praia calma e vazia os esperava, o escuro da madrugada já recebia os primeiros raios de sol, que chegavam antes mesmo de poder vê-lo. Caminharam com os pés na areia fina da praia, que entrava pelos dedos compridos de sua mulher. O sol começava a aparecer, saindo de dentro daquele mar, o espetáculo do dia começava e os dois se olhavam. Tinham tudo e não eram nada. Ele olhava aquela mulher, com seus cabelos cacheados, tudo o que precisava estava ali, com os dedos entrelaçados aos seus, contemplando a imensidão ao seu lado.

Texto curto:

Olhou o sol nascendo de dentro daquele mar e a mão que segurava a sua na hora de caminhar. Percebeu que tinha tudo e começou a cuidar.

Oficina Virtual de Escrita com Henry Bugalho

Estava de férias da faculdade e decidi aproveitar o tempo livre para finalmente participar da oficina de escrita criativa que o escritor Henry Bugalho realizou online, através do youtube, de forma gratuita. A oficina trazia teoria e praticas das quais vou compartilhar com vocês. O Henry realizou a oficina a uns dois anos atrás durante aproximadamente dois meses e meio, onde realizava atividades semanais com quem estava participando.

Como só participei agora, estudei o conteúdo, mas não tive a critica dos demais participantes nos meus textos. Pensei em não fazer por esse motivo, mas ainda sem as criticas, a oficina acrescentou bastante na minha bagagem de estudos, com cada conhecimento compartilhado e exercícios propostos. Sem dúvidas posso recomenda-la, assim como recomendo o canal, que com certeza é um dos melhores canais do youtube. Além disso, agradeço por disponibilizar uma oficina gratuita e tão rica. Abaixo deixo o link para a oficina e as redes sociais do autor.

Link para a oficina: https://www.youtube.com/watch?v=x_EXqTAEeD4&list=PLKtVNp5pTDdLh6oKENfcU9xhC2BRrl380&index=1

Redes sociais

Site: http://henrybugalho.com/

Facebook: https://www.facebook.com/henrybugalho

Twitter: https://twitter.com/henrybugalho

 

 

Viajar, alimento para a alma

Viajar é sair do berço, caminhar sozinho ou não, visitando outras perspectivas, além da rotina que nos aprisiona e torna acondicionada a repetição nossos sentidos. É ver além da mesmice cotidiana. Olhar o horizonte por um lado diferente e lembrar que sempre há outro ponto de vista. Lembrar que o mundo é enorme, cheio de possibilidades e entre todas elas é possível encontrar boas razões para viver.

Nos desperta para a beleza da vida nas incontáveis formas, da natureza e da Terra a qual pertencemos. Nos ensina em grau de importância, a contemplar às paisagens. São imagens que levamos nas lembranças, dos caminhos por onde andamos, para sempre poder voltar.

O lar, naquele momento, poderia ser qualquer lugar, perdemos o medo de desapegar das paisagens costumeiras que não mais nos despertam a observação, o encanto. Para então nos adaptarmos a explorar cada beleza que se esconde atrás dos prédios que, cada dia mais altos, não nos impedem de ver o sol nascer.

Viajar, alimento para a alma daqueles que se encontram com o perfeito milagre da vida todos os dias, mas esquece que faz parte. De tudo. Do todo. Daquele lugar e de muitos outros. Que é o próprio milagre em um novo amanhecer. Combustível para a alma daqueles que se esqueceram de amar a vida, suas formas e sabores, em todos os sentidos que a vida nos permitiu sentir.

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